Você já doou sangue hoje?

Os Bancos de Sangue ficam com seus estoques muito baixos durante os feriados e períodos de férias.

O que acha de fazer uma boa ação nesse dia?

Alimente-se  bem, descanse um pouco e vá até um dos postos de coleta (Hemocentros) doar um pouquinho do seu sangue, cerca de 450ml.

Com essa atitude simples você pode salvar até 4 vidas.

Para saber onde doar  Clique aqui.

Veja a situação de alguns  Hemocentros do interior de São Paulo.

“Hemocentros pedem socorro no interior de SP”

Um abraço fraterno.

 

Uma excelente opção para você que pretende se desfazer dos objetos que não precisa mais.

Sabe aquele aparelho de som defeituoso ou que esteja em desuso, aquelas roupas guardadas que já não lhe servem, a geladeira antiga que será substituída por uma nova, pratos, copos, potes, vasos, livros, o telefone sem fio com, ou sem, defeito e muito mais objetos que você tem na sua casa e não sabe o que fazer com eles?

Uma ótima solução para esse problema,  sem custo algum para você, é a doação.

Assim você estará se “livrando” de tudo aquilo que esteja ocupando espaço em casa, colaborando com o planeta e ajudando milhares de pessoas que não estão em condições de adquirir esses produtos novos.

Certamente não teremos essa atitude!

As Casas André Luiz , por meio do MERCATUDO, mantêm um serviço de coleta desse material na sua casa. Basta entrar em contato e agendar a coleta.

Todo material coletado, mesmo defeituoso,  é restaurado, consertado e vendido a preços baixos para a população em geral nas 10  lojas do Mercatudo.  Essas lojas estão localizadas nas cidades de Guarulhos, São Paulo, Osasco e Sorocaba. No site indicado você encontra os endereços e telefones para contato.

Toda a  renda é destinada à manutenção do atendimento para  mais de 1.400  pessoas com deficiência intelectual que as Casas André Luiz mantêm, gratuitamente, na instituição.

Bom não é mesmo? Seria  muito bom conhecer e principalmente divulgar esse serviço. Muitos conhecidos meus não sabiam dessa prestação de serviço à coletividade e agora já são “clientes” fiéis, assim como eu.

Saiba mais sobre as casas André Luiz e o Mercatudo. Clique aqui

Logística reversa. Mas o que é isso?

No Brasil está em vigor a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 que institui a  Política Nacional de Resíduos Sólidos.

É importante que cada cidadão conheça o que estabelece essa lei quanto a responsabilidade do fabricante, e do poder público, na coleta dos resíduos sólidos.

Como podemos ler no artigo 33, cabe ao fabricante receber de volta os resíduos gerados dos seus produtos, ou seja, recolher as baterias, aparelhos eletroeletrônicos e outros que seriam descartados pelos consumidores no lixo doméstico.

Art. 33.  São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

I – agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso, observadas as regras de gerenciamento de resíduos perigosos previstas em lei ou regulamento, em normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama, do SNVS e do Suasa, ou em normas técnicas;

II – pilhas e baterias;

III – pneus;

IV – óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;

V – lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;

VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Diante disso, nós, consumidores conscientes que somos, devemos pesquisar os locais estipulados pelos fabricantes para a coleta desse resíduo.

Várias lojas de operadoras de celular,  restaurantes, pizzarias,  farmácias e até casas lotéricas deixam a disposição do consumidor recipientes para a coleta de aparelhos, baterias, pilhas e carregadores. Lembremos que esse material tem elemento altamente tóxico na sua composição, dentre eles o  Lítio.

Vamos lá pessoal. Coragem para juntar esse material e descartar em local destinado à coleta para a logística reversa.

O planeta agradece e as futuras gerações também.

Abraços

Garrafinha d’água: o custo para o planeta.

A conscientização sobre o consumo adequado de recipientes plásticos é fundamental para a preservação do nosso ecossistema. Há muito tempo costumo reutilizar as garrafinhas de água que já tenho em casa. Encho várias delas e levo para o trabalho, para onde eu for e claro, retorno com as mesmas para me abastecer novamente.

No meu trabalho com adolescentes e crianças procuro estimular atitudes conscientes, de consumo e reaproveitamento de todo material que seria descartado.

Os vídeos da AKATU são excelentes fontes para o desenvolvimento da consciência ecológica das crianças, dos adolescentes e adultos.

Assista a esse vídeo sobre o ciclo da garrafinha e muitos outros no site da AKATU.org.br. Tenho certeza de que você gostará, divulgará para todos os seus conhecidos e a partir de hoje pensará muito antes de descartar as suas garrafinhas plásticas ou passará a utilizar garrafas retornáveis.

Plástico, o vilão para a natureza.

Ainda hoje me lembro da primeira vez que tive contato com leite em saquinho plástico. Foi na década de 1970, quando morava  em Itajubá, no sul de Minas Gerais.

Antes disso o leiteiro circulava pela cidade na sua charrete com seus latões cheinhos de leite. Parava na porta de nossa casa e nos aguardava  para entregar o leite.

Íamos até ele com uma jarra na mão, que comport ava 1l. Parece pouco para uma família de 8 pessoas, mas a compra era diária, portanto, não necessitava mais que isso.

E o leite era fervido várias vezes. Era puro, delicioso.

Mas pouco depois surgiu o leite ensacado, tipo B, com muita água misturada nele.

De lá (1972) pra cá  (2012), são quarenta anos de produção e descarte de saquinhos de leite. Certamente milhões, bilhões ou trilhões de saquinhos foram “deixados” nos aterros. Descartados dentro de sacos plásticos para lixo, que fatalmente foram parar nos rios e nos mares.

Disse “deixados” porque nada que é produzido pela humanidade simplesmente desaparece. O lixo acumulado continua no planeta por centenas ou milhares de anos.

Por conta do descarte inadequado de embalagens plásticas as tartarugas,  os peixes e  golfinhos morrem ao engolirem esses saquinhos achando que são alimento. Pois é, esse material se encontra em todos os  mares. Obra do ser humano inteligente, racional, evoluído, humanizado… É muito triste. Veja só.

Há anos deixei de comprar potes plásticos para armazenar alimentos. Mas as garrafinhas de água, as embalagens de dentifrício, sabonetes, xampus, sacolinhas de supermercado (que utilizamos para o descarte do lixo), etc… continuam me atormentando.

Cada ação nossa na direção dos 3Rs é bem-vinda, não é ,mesmo? Então o ideal é eliminarmos antigos hábitos de uma vez. Começando pelo descarte do lixo doméstico.  Como descrito no post anterior há alternativas para ele. Podemos deixar de utilizar as sacolinhas plásticas.

Assim como me lembro do leite entregue em casa, me lembro das sacolas que utilizávamos para as compras. Toda família tinha a sua.

Íamos comprar arroz, feijão, fubá, a granel no armazém Bom Gosto. Produtos que eram embalados em sacos de papel, os mesmos utilizados ainda hoje pelas padaria, mas que também são colocados dentro de sacolas plásticas para facilitar o transporte!

Que tal adotar uma sacola?

Em 2010 uma nova padaria foi inaugurada no Ipiranga. Como incentivo ao uso de sacolas retornáveis os proprietários doavam sacolas de papel para que o cliente retornasse com elas nas futuras compras.  Mas os clientes não aderiram à ideia. Quando voltavam a loja não levavam sua sacola. O proprietário abandonou o incentivo.

Boa iniciativa, mas sem ideal. Desistiram fácil e hoje quem vai até o estabelecimento sai de lá carregado de sacolinhas plásticas.

Sacolinhas plásticas, nunca mais! Alternativa sacolinha p/ lixo.

  • Uma alternativa para o saquinho de lixo:

Um boa dica é recolher os pequenos lixos da casa em sacolinhas de jornal. Você aproveita para reciclar o jornal velho e ainda reduz o uso do plástico. Veja como fazer. O passo-a-passo dessa dobradura circula pela internet e o Akatu recebeu por email de um consumidor consciente, passe adiante.

1) Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

2) Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.

3) Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda e vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.

4) Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda e você terá a figura abaixo (esquerda). Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

5) Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação. Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

6) Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

Outra dica: Se você,  consumidor consciente busca evitar o lixinho-dentro-do-plastiquinho-que-vai-para-a-sacolinha-dentro-de-outra-sacolilnha-maior-jogada-com-outras-sacolinhas-dentro-do-saco-preto-grande. Por que não jogar tudo direto no saco preto e evitar essa cadeias de sacolinhas dentro de sacolinhas? Cada brasileiro consome em média 800 saquinhos plástico por ano ou quase 153 bilhões de sacolinhas no país inteiro. Se fosse um pedaço único de plástico, daria para cobrir todo o Estado do Rio de Janeiro ou mais da metade de Santa Catarina.

O plástico é feito de petróleo, portanto aumenta o aquecimento global, leva centenas de anos para se degradar na natureza e, descartado errado, vai entupir bueiros e tubulações de esgoto provocando enchentes. No lixão ou aterro sanitário, por impedir a circulação de gases, também atrapalha a degradação de outros materiais.

  • A dica foi fornecida pela colega Adriany Braga e iniciativa foi publicada pelo Instituto AKATU que promoveu um concurso cultural. Confira!

Fonte:  Claudia Farnesi

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